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KOVA M FESTIVAL 2013

Hip Hop, Regae, Funana.

Kizomba, Kuduro

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BATUQUE FINKA PÉ

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Sócio-Cultural

Batuku

Batuku

Nha fla-m, Nha Dunda, kus'e batuku k'e?
Nha nxina mininu kusa K'e ka SABE.

Nha fidju, batuku N ka se kusa.
Nu nase nu Atxa-l.
Nu ta mais nu ta dexa-l.
Seu E Lonji sima,
Fundu sima mar,
rixu sima rotxa.
E usu-l tera, sabi nsa genti.

Mosias nd terreru
tornu finkadu, txabeta rapikadu,
Korpu ali N ta bai.
N ka bai. Aima ki txoma-m.
Nteradu Dúzia na Labada,
mortadjadu sen na sistensia pedra-l,
bendedu mil na Sul-a-Baxu,
kemadu na laba di Burkan,
korpu ta matadu, AIMA ta fika.
Aima e Forsa di batuku.
Na batuperiu FOMi -l,
na sabi-l teremoti,
na sodadi-l fidju Lonji,
batuku e nsa AIMA.
Xinti-l, nha fidju.
Kenha ki Kre-nu, kre batuku.
Batuku e nsa AIMA!

Kaoberdiano Dambara
(1964-Felisberto Vieira Lopes)

 

Batuku (trad.)

Diga-me, Nha Dunda, o que é Batuku?
Ensine às crianças o que eles não sabem.

Meus filhos, eu não sei o que butuku é.
Nós nascemos e que encontramos aqui.
Nós vamos morrer e nós vamos deixá-lo aqui.
É fora na distância como o céu.
É profundo como o oceano,
duro como pedra.
É os caminhos da terra,
E se sente tão bem, deixe-me dizer-lhe.

Raparigas na pista de dança
com seus quadris prontos para dançar
sob o aplauso de tchabeta
o corpo pronto para morrer,
mas eu não vou morrer.
A alma está me chamando
para dançar batuku.

Havia dezenas e dezenas de pessoas
enterradas em uma vala comum.
Centenas e centenas de pessoas enterradas em uma mortalha de pedra no desastre
da Assistência. *
Milhares e milhares de cabo-verdianos
forçadas ao trabalho em São Tomé,
algumas foram queimadas na lava do vulcão.
O corpo morre, mas o espírito permanece.
A alma é a força do batuku,
na fome tempo,
na partilha de excitação,
na saudade do filho desaparecido,
batuku é a nossa alma.
Sinta isso, meus filhos,
aqueles que nos amam, amor batuku.
Batuku é a nossa alma!

Kaoberdiano Dambara
(1964- Felisberto Vieira Lopes)

(Tradução Manuel da Luz Gonçalves)

* Observações:
"Assistência" era o nome popular do refeitório e bem-estar edifício do governo colonial na cidade da Praia. As paredes do edifício eram feitas de pedras redondas apanhadas na praia e seguras com muito pouco cimento. Um dia, em 1940 o prédio desabou, esmagando centenas de pessoas. O incidente é uma metáfora da negligência colonial em Cabo Verde.

Batuku
Batuku

Batuku Batuku Nha fla-m, Nha Dunda, kus'e batuku k'e? Nha nxina mininu kusa K'e ka SABE. Nha fidju, batuku N ka se kusa. Nu nase nu Atxa-l. Nu ta mais nu ta dexa-l. Seu E Lonji sima, Fundu sima mar, rixu sima rotxa. E usu-l tera, sabi nsa genti. Mosias nd terreru tornu finkadu, txabeta rapikadu, Korpu ali N ta bai. N ka bai. Aima ki txoma-m. Nteradu Dúzia na Labada, mortadjadu sen na sistensia pedra-l, bendedu mil na Sul-a-Baxu,...

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